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Internet. Qual é a próxima onda?
A onda mais forte, no entanto, é o surgimento dos sistemas de blogs. Esses, em boa parte, são sites pessoais que log no início tinham na maioria como usuários os jovens e eram tidos como bobos e sem valor. Mas eles evoluiram e muitos profissionais e empresas estão usando a técnica dos blogs para produzir conteúdos. Antes se tinha uma visão de como ganhar dinheiro com isso. Agora vemos que tem. De todo modo é uma grande tendência nos EUA, hoje, O outro lado dos blogs é a emergência de redes comerciais concebidas para manter as pessoas em algum tipo de comunidades virtuais e que estão em ascensão. As comunidades virtuais são como clubes on line. As pessoas as utilizam para procurar emprego ou para recrutar empregados. Em geral, essas redes também oferecem atividades de socialização. Um exemplo é a Ryze Business Networking. Esses serviços, criados para manter os assinantes "conectados", tentam fazer dinheiro com a cobrança de taxas de adesão.
clubes percebam e criem seus próprios clubes virtuais. Foi assim com o varejo na web. No início havia um monte de lojas que só existiam na rede.Quando comerciantes tradicionais entraram na rede, mataram muitos dos que operavam somente na web.Você que leu este artigo até aqui poderá ser a Next Big Thing a tendência da nova onda?
O que é web 2.0?

A Web 2.0 chegou faz um bom pouco tempo. Alguns dos muitos que utilizam a Internet não estão só a pesquisar e encontrar informação; eles também estão a criar e publicar conteúdos. Web 2.0 pode ser definida como um termo usado para explicar a segunda geração da Internet que reforça a troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais.
A Web 2.0 pode ser considerada como a segunda onda dos serviços on-line. Existem muitas tentativas de definir este conceito, mas essa questão do conteúdo colaborativo gerado pelos usuários é algo ímpar. Além disso, o serviço “Always beta”, em constante melhoria, permite a disponibilização de APIs (Application Programming Interface) públicas para que os usuários possam fazer mashups destes serviços em seus sites e blogs.
Pode-se atribuir ao conceito de Web 2.0 a uma reorganização da forma como a web passou a ser encarada. Trata-se de uma segunda geração de serviços baseados na plataforma da web onde o enfoque é dado ao próprio usuário e sua possível contribuição com a rede. A nova fórmula de trabalhar a potencialidade do World Wide Web surgiu em uma conferência de brainstorming entre as empresas O`Reilly Media e a MediaLive International. O termo trata da constatação de Dale Doughherty, pioneiro da web e vice-presidente da O`Reilly, ao notar que, ao contrário de haver explodido, a web estava mais importante do que nunca, apresentando instigantes aplicações novas e sites explodindo com surpreendente regularidade.
Apesar das inúmeras possibilidades de crescimento da web atribuídas ao pensamento de Doughherty, ainda existe um enorme desacordo sobre o que significada a Web 2.0, com alguns menosprezando a expressão como sendo um termo de marketing sem nenhum sentido e outros aceitando-a como a nova forma convencional de conhecimento.
Um exemplo pratico de Web 2.0: a Google começou como uma aplicação nativa da web, nunca foi vendida ou empacotada mas oferecida como um serviço pelo qual os usuários pagavam direta ou indiretamente. Nenhuma das armadilhas da velha indústria de software estava presente. Não havia prazos marcados para o lançamento de software, apenas contínuos aperfeiçoamentos. Nada de licenças ou vendas, apenas uso. A Google acontece no espaço entre navegador e ferramenta de busca, e o servidor de conteúdo de destino, como um possibilitador entre o(a) usuário (a) e a sua experiência online.
Uma das lições da Web 2.0 é exatamente a visão de atingir a rede em toda sua extensão e não apenas no centro, até a cauda longa e não apenas a cabeça. A chave da Web 2.0: o serviço fica automaticamente melhor quanto mais forem os usuários que dele se utilizam. Os maiores casos de sucesso na internet não anunciaram seus produtos. Sua utilização se deu por marketing viral, isto é, recomendações que partiram de usuário para usuário. Pode-se ter quase certeza de que, se um site ou produto depende de publicidade para se tornar conhecido, não é Web 2.0.
Tim O`Reilly sugere algumas regras que ajudam a definir a Web 2.0: os dados são de fato o´ Intel Inside “ dos aplicativos que fazem o uso dele, o único componente essencial em sistemas cuja infra-estrutura de software é principalmente de código aberto ou de algum modo ´´ commoditizado “; o logo ´´ Beta “, com a proposta de não tratar o software como artefato, mas como um processo de comprometimento com seus usuários. Os programas são corrigidos, alterados e melhorados o tempo todo, e o usuário participa deste processo dando sugestões, reportando erros e aproveitando as melhorias constantes.
Como tudo evolui, e sobrevive quem tem mais capacidade para resistir às mudanças, de acordo com Charles Darwin, com a Internet não seria diferente. A Web 2.0 trouxe muitos ganhos à navegação, por meio da interatividade e da questão da comunidade, e já avançamos as discussões para Web 3.0. Dessa forma, aquele conceito de aldeia global, que ouvimos há vários anos, realmente tornou-se realidade. As comunidades proliferam e o usuário agora é o provedor do conteúdo, o que garante uma disseminação muito grande do conhecimento.
A Web 2.0 está presente em muitos programas conhecidos atualmente, tais como:
- ORKUT – site de relacionamentos.
- Google Maps – pesquisa/visualização de mapas e fotos de satélites da Terra.
- Blogs, Fotologs – páginas da web onde a atualização é feita pelo usuário.
- Wikipedia – enciclopédia online.
- Google – ferramenta de pesquisa, base de dados.
Algumas das principais vantagens da WEb 2.0
- O ambiente on-line se torna mais dinâmico;
- O usuário é o maior produtor de conteúdo na web 2.0;
- A web 2.0 pressupõe o compartilhamento e a participação dos usuários,
- Aproveitando a inteligência coletiva para organizar mais eficientemente a rede;
O melhor caminho para utilizar e explorar os potenciais da web 2.0 é navegando, conhecendo alguns de seus aplicativos e incorporando o sentido de colaboração e produção que ela estimula.
Algumas das principais características da web 2.0
- Simplicidade: tudo deve ser intuitivo e evidente;
- Compartilhar: a cada dia surgem novas ferramentas de colaboração:
- Publicar: no mundo da web 2.0 você recebe, transforma e publica num ciclo infinito de geração de informação;
- Disponibilidade rápida: as informações são atualizadas de forma muito mais ágil e chegam aos usuários com maior rapidez;
- Edição do usuário/Participação: na web 2.0, o usuário se torna um ser ativo, participativo, que atua sobre aquilo que vê e consome da internet;
- Opinião franca: possibilidade democrática e sem barreiras de exercer sua liberdade de opinar;
- Comunidade: através da enxurrada de comunidades digitais e Aplicações que nos fazem mais falantes, se torna possível a troca rápida de informações.
Alguns dos vastos aplicativos da Web 2.0
- Editores de texto e planilhas on-line:
- Disco virtual:
- Tags: Tag em inglês significa “etiqueta”, “identificação”; “Taggear” é um meio de identificar, etiquetar, indexar, classificar alguma coisa.
- RSS: É uma tecnologia que permite recebimento automático das atualizações dos sites de que você mais gosta ou pelos quais se interessa, sem precisar acessá-los um a um.
Com a Web 2.0 todo mundo com uma conexão com a internet tem liberdade para colocar o que quiser na rede, seja o que for e aonde for: fotologs, orkuts, blogs, etc.Será que com tudo isso não estará iniciando um “caos” da informação? É certo que depois da centralização da web 1.0 e da distribuição e democratização da web 2.0 podemos prever e esperar tal “caos”?
Faça um teste. Busque um assunto qualquer no Google. Ou precisamente na famosa Wikipédia, e veja os resultados que muitas vezes são de conteúdos de blogs não condizem com o assunto em questão ao qual estava pesquisando. As relevâncias são mínimas ou às vezes não há.
E assim com a democratização e a onda do open source, muita gente capacitada desenvolveu muita coisa interessante e funcional e fez com que muitas extensões de Wordpress , por exemplo, fizesse de forma automática todo o trabalho de SEO nos blogs. Soma-se isso ao aumento do Page Rank devido à “rede” de blogroll criada entre os amigos e temos uma queda de relevância no conteúdo gerado.
Hoje, será que podemos ver observar e notar o percentual de coisas que são realmente úteis que encontramos na internet?
Com a descentralização da informação, muitas pessoas criaram e criam conteúdos de qualidade, mas esse percentual é muito baixo comparável a imensidão de coisas inúteis flutuando na internet, com autores diversos. Um exemplo notável é twitter.
Mas espere um pouco. Com tanta evolução teremos a aproxima geração da internet.
Qual será??
O Pequeno Italiano
O pequeno italiano é tipo uma versão russa de história clichê sobre as aventuras da criança órfã em busca de seus pais. Assunto muito abordado em filmes, livros e novelas.Praticamente o filme aborda uma prática comum na Rússia contemporânea e em boa parte do mundo subdesenvolvido que são crianças vendidas para casais ricos estrangeiros. Neste filme, o diretor Andrei Kravchuk, novato em longas-metragens, explora o drama sob uma ótica diferente, desenhando o retrato da Rússia atual. Kravchuk deixa claro que sua intenção é necessariamente apontar as desgraças de seu país, baseando-se em fatos reais tirados de uma notícia de jornal.
Por falta de recursos, mães abandonam seus filhos em orfanatos que se tornaram verdadeiras empresas de tráfico humano - leva quem pagar mais. Partindo dessa premissa, o diretor Andrei Kravchuk faz sua estréia em longas, denunciando essa prática.
O filme conta a história de Vanya, um garoto de seis anos que mora em um orfanato na Rússia. Após a visita de um casal de italianos que resolve adotá-lo, ele ganha dos demais órfãos o apelido de o “pequeno italiano”. Enquanto espera os dois meses necessários para se juntar a sua nova família, a vida de Vanya muda completamente. Ao ver que a mãe de um ex-órfão, que fora adotado, apareceu no orfanato querendo ter seu filho de volta. Desesperada, pois o filho já tinha sido adotado há tempos, ela se suicida jogando-se debaixo de um trem.
O menino acredita que isso também pode acontecer com ele. Mesmo com seus amigos sendo contra a decisão do garoto, por acreditarem que ele pode ter uma ótima vida na Itália, Vanya, com a ajuda de uma adolescente, começa a aprender a ler, a fim de conseguir conhecer um pouco mais sobre seu passado e partir na tentativa de conhecer sua mãe. Vanya acredita que sua mãe também pode tentar buscá-lo algum dia. Com medo que ela tenha o mesmo destino trágico, decide procurar por ela. Com essa idéia em mente, o menino parte para sua longa jornada em busca da mãe.O Pequeno Italiano é de uma beleza inegável. Enquanto todos invejam o provável conforto de sua futura vida na Itália, Vanya, intepretado por Kolya Spiridonov, prefere colocar tudo a perder, na tentativa de viver ao lado da sua verdadeira mãe. Tudo é muito belo, acompanhado por um sentimento de tristeza. Uma jornada de esperança encantadora..
O diretor tinha em mente fazer um filme sobre a situação das crianças que, em uma Rússia em crise, são obrigadas a fazer pequenos trabalhos pelas ruas do país, deixando a infância de lado. Porém, seguindo a sugestão do roteirista, ficou decidido que eles fariam um filme sobre uma matéria publicada em um jornal, sobre um menino órfão que aprendeu sozinho a ler e a escrever com a intenção de descobrir o paradeiro de sua mãe. A história vista na tela ganha mais beleza e carga emocional ao sabermos de que tudo é baseado em fatos reais. Encantador.
O filme apresenta como tema a adoção ilegal de crianças pratica essa que é universal e fato que contribui para que a mensagem do filme chegue a diversas pessoas pelo mundo da mesma maneira. Apesar da distância, tudo parece muito próximo do nosso cotidiano. Direção: Andrei Kravchuk
Casamento: O noivo não é obrigado a casar
Esta reportagem me chamou a atenção. Leia aqui na íntegra.Solidão

Universo em mim.
Acho que vou ali criar um universo e já volto.www.tambem.com
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